Cupom de desconto novo Moto G – promoção, oferta

Novo Moto G

Novo Moto G

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O novo Moto G chegou ao mercado brasileiro com a promessa de manter a fama de seu antecessor.

Cupons de desconto para o novo Moto G:

As notícias são boas com relação ao novo aparelho. A Motorola parece ter aprimorado seu filho pródigo, e o fez bem. Confira a review!

 

Design

De longe, o novo Moto G pode ser facilmente confundido com o “velho Moto G”, aquele lançado em 2013. A Motorola se manteve conservadora nas linhas do aparelho – e isso não é necessariamente ruim. Ele tem a mesma traseira levemente convexa, que rende ótima pegada, as mesmas curvas e o mesmíssimo esquema de traseira coloridas, que podem ser trocadas.

As diferenças se tornam bem menos sutis quando comparamos os aparelhos lado a lado. O novo Moto G é um gigante perto do seu irmão mais velho, e parte disse se deve ao aumento da tela de 4,5 polegadas para 5 polegadas, como veremos com mais detalhes adiante. O aparelho tem 141,5 x 70,7 x 11 mm, contra 129,9 x 65,9 x 11,6 do anterior, o que faz o lançamento maior e mais fino.

O aumento de tamanho não tornou o celular grande demais. Ele ainda pode ser usado com uma das mãos com certa tranquilidade, e não deve ser impeditivo para quem planeja comprar o smartphone.

Além de ser curvada, a traseira é feita do mesmo plástico poroso que vimos no primeiro Moto G, que impede que ele fique escorregadio. Além disso, ela é super bem encaixada ao restante do smartphone: dá a sensação de estar segurando um celular unibody, aqueles aparelhos feitos por uma peça única. A traseira não é das mais fáceis de ser removida, é verdade, mas por aqui achamos que a troca valeu a pena.

Os botões físicos são dois, ambos localizados na lateral direita do smartphone. A vantagem é que eles ficam perfeitamente ao alcance do dedão enquanto usamos o aparelho… só para quem é destro. Ainda não inventaram um Moto G para canhotos, mas não é nem um pouco desconfortável pressionar os botões com o dedo indicador.

A parte frontal ficou menos minimalista. Isso porque ela ganhou duas grandes faixas na parte de cima e na de baixo, que são saídas de som. À primeira vista, o celular ficou meio esquisitão, mas a gente se acostumou rápido. A novidade tem a ver com a proteção contra acidentes com água – o Moto G não é propriamente à prova d’água, mas deve sobreviver a alguns acidentes de percurso. Em linhas gerais, a segunda geração do Moto G é bonita e tem realmente uma carinha de smartphone premium.

Desempenho

Se a Motorola fez questão de mexer no design da linha, parece ter fincando o pé quando o assunto é hardware. Ok, a tela aumentou de tamanho, mas o Moto G carrega o mesmo processador de 2013 e a mesma quantidade de memória RAM. O desempenho, portanto, é muito parecido com o que vimos no ano passado. Sejamos francos: o Moto G é um excelente aparelho e é rei no mundo dos smartphones intermediários, mas um “upgrade” não cairia mal.

Para o usuário comum, o desempenho deve ser mais do que suficiente. Durante nossos testes, notamos algumas engasgadas ao executar certas animações. Por exemplo, o novo Moto G vem com o Google Now Launcher pré-instalado e, ao sair de um aplicativo, os ícones da tela inicial demoravam a carregar vez ou outra. A mesma coisa aconteceu quando abrimos alguns apps pesados, como o Rdio. O programa não travou em nenhum momento, mas o tempo para abri-lo é considerável.

No geral, o Moto G rodou todos os aplicativos testados muito bem, e o indicamos mesmo para quem gosta de jogos. Ele é capaz de rodar a maior parte dos programas disponíveis no Google Play , o que inclui games em 3D como Asphalt 8: Airbone e Fifa 15 Ultimate Team.

Falemos de números: o Moto G carrega um processador quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de RAM. Ele tem ainda versões de 8 e 16 GB de armazenamento interno, e agora conta com a tão pedida entrada para cartão de memória microSD. Isso significa que além dos gigas originais, o usuários poderá acrescentar ao aparelho até 32 GB de memória para guardar seus arquivos e até instalar alguns aplicativos. Ah, em tempo: todas as versões do novo Moto G são dual-chip.

O Moto G testado conta ainda com TV digital, que funciona através de um adaptador plugado na entrada do fone de ouvido. O sinal se manteve bastante razoável em boa parte da cidade do Rio de Janeiro, e a tela de 5 polegadas se mostrou ideal para assistir a programas.

O Android do Moto G recebeu poucas modificações em relação ao Android “original” do Google. A maioria das fabricantes mexe na interface do sistema, para deixá-lo personalizado, e o resultado disso nem sempre é interessante para o usuário. Algumas modificações, por exemplo, acabam por deixar o aparelho mais lento, o que não é o caso do smartphone da Motorola. Manter o Android próximo do projetado originalmente pelo Google geralmente garante um desempenho melhor.

Além disso, o novo Moto G chega às lojas com Android 4.4 (KitKat). A companhia ainda garantiu que o aparelho receberá com rapidez futuras atualizações do Android, como o vindouro Android L, o que é ótima notícia.

A bateria de 2.070 não é nada de tirar o fôlego, mas não faz feio. Com uso entre moderado e intenso, ela durou entre 15 e 18 horas. Foi suficiente para aguentar um dia inteiro na rua, o que é um bom indício.

Tela

A tela do Moto G cresceu, mas a resolução não acompanhou. O aparelho ainda tem um display HD (1280 x 720 pixels), o mesmo do seu antecessor. O resultado disso é que o celular de 2013 tem uma densidade de pixel por polegada de 326, enquanto o de 2014 tem uma 294 ppi. Para uso diário, devemos dizer que a diferença é mínima. Ainda é muito difícil enxergar os pixels a olho nu, e no fim das contas a tela IPS LCD do Moto G é bastante impressionante para sua faixa de preço.

No mais, vale ressaltar que as cores são bastante boas, assim como o brilho e o ângulo de visão. Notamos apenas uma certa dificuldade de enxergar a tela sob luz intensa do sol, mas nada que tire o brilho do lançamento da Motorola.

Câmera

A Motorola investiu na câmera do novo Moto G, que agora tem 8 megapixels. Apesar disso, ela se mantém apenas mediana. Em áreas externas, sob iluminação ideal, a câmera tende a estourar as fotos no modo automático. O sistema de foco por toque na tela também não é dos mais intuitivos, mas funcionou bem. Em ambientes internos, as fotos tendem a sair com uma definição ruim, também estouradas.

Por outro lado, a câmera frontal para selfies tem sensor de 2 megapixels, o que deve ser mais do que suficiente até para os mais exigentes. O Moto G conta ainda com flash LED e filma em 720p.

Como estamos falando de um smartphone intermediário, o desempenho da câmera, no geral, é justo. Ela é um avanço considerável em relação à câmera do Moto G original, mas não justifica o upgrade.

Custo-benefício

A Motorola não mexeu em muito, mas fez o suficiente para manter o Moto G como líder da sua categoria. O aparelho tem excelente custo-benefício, construção impecável e especificações de respeito para um smartphone de sua faixa de preço.

Testamos o pacote mais caro do Moto G, que traz um aparelho com TV digital integrada e uma tampa traseira extra, na cor turquesa. Ele sai pelo preço sugerido de R$ 799, mas é possível encontrar outros pacotes mais baratos. O de 8 GB de armazentamento interno, sem TV digital, sai por R$ 699; o mesmo aparelho com a capinha extra sai por R$ 729.

Fonte: techtudo.com.br

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